Igreja Presbiteriana Independente de Vila Carrão
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Fé ou ação?

Pesquisa realizada com 500 executivos descobriu que, quando se deparam com importantes decisões de negócios, 74% oram pedindo a Deus ajuda ou inspiração. Se essas pessoas tão ocupadas oram em busca de direção, significa que numa certa medida, elas têm confiança em que receberão ajuda. Depois de orar, seus problemas desaparecem? Será que Deus se encarregará de fazer com que sejam dados os passos físicos necessários para solucionar seus problemas, sem que nenhuma outra iniciativa posterior se faça necessária?

A tensão entre a fé e a ação é um dilema que muitos enfrentam. Deus tem habilidade para responder à oração de forma completa, sem necessidade de nenhuma outra ação posterior de nossa parte. Mas será realista se esperar por isso?

O irmão de Jesus, Tiago, não pensava assim. Sua orientação é: "De que adianta, meus irmãos, alguém dizer que tem fé, se não tem obras (ações)? Acaso a fé pode salvá-lo? Se um irmão ou irmão estiver necessitado de roupas e do alimento de cada dia e um de vocês lhe disser: 'Vá em paz, aqueça-se e alimente-se até satisfazer-se', sem, porém, lhe dar nada, de que adianta isso? Assim também a fé, por si só, se não for acompanhada de obras, está morta" (Tiago 2.14-17).

Um amigo recentemente me fez lembrar da importância desta tensão. Ele me desafiou, dizendo que por vezes eu oro e penso que as coisas cuidarão de si mesmas, enquanto ele, por outro lado, se atira e faz as coisas acontecerem, às vezes orando no decorrer do processo, às vezes não. Constatamos que em algum lugar, entre a minha abordagem e a dele, se encontra o ponto de equilíbrio. Fé requer ação.

Se você orou e nada aconteceu, certifique-se de não ter deixado passar o melhor de Deus. Talvez, Ele esteja esperando que você faça a sua parte. Um ambiente de trabalho íntegro exige fé e ação.

Em qual dessas áreas você está deficiente?

 

Mensagem Por Rick Boxx